Quem é você?

21 de agosto de 2017

– Quem é você?

– Eu sou meu corpo, meu tipo sanguínio, minha cor dos olhos, minhas dores, minha boca, meus braços e pernas, meu tronco, meus cabelos (ou a falta deles)… sou as doenças e curas que tive…

– Não, este não é você!
Prova é que você chama seu corpo de “seu”… e se o corpo é “seu”, não pode ser você!
Quem é você?

– Então eu sou a mente, os pensamentos, as ideias, os insights, a lógica que me norteia, os esquecimentos que eventualmente acontecem… penso, logo existo!

– Não, este não é você!
Assim como o “seu” corpo”, a mente também é algo que te pertence, portanto ela também é “sua”… Uma vóz que está com você a maior parte do tempo, uma narrativa constante, mas que obviamente não é você!
Quem é você?

– ok… então eu sou sentimentos, sou as alegrias, as tristezas, a euforia, o entusiasmo, os medos, as sensações mais variadas… sou vontade, sou preguiça, sou êxtase, sou um turbilhão de emoções!

– Não, este não é você!
Estes sentimentos e estas emoções, elas acontecem para você, transitam por você, do mesmo jeito que chegam, vão embora, quando você menos espera, de onde você nem imagina… e se chegam e vão embora elas certamente não podem ser você!
Quem é você?

– Se eu não sou meu corpo, se eu não sou minha mente (pensamentos) e se eu não sou meus sentimentos e emoções, então não sei quem eu sou!

– Ok… Então concordamos que se faz necessário refletir melhor sobre esta questão, correto?

– Sim!

Então deixo a pergunta no ar para sua maior reflexão; Quem é você?

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Fazer o que tem que ser feito!

7 de junho de 2017

Passamos por fases em nossas Vidas, onde as coisas simplesmente não acontecem como gostaríamos, como planejamos, ou simplesmente como queríamos que elas acontecessem…

Estas “fases” podem durar pouco, ou podem durar muito…

O que vai definir isso?

Nossa capacidade de aprender, de absorver o que a Vida está tentando nos ensinar…

Se tivermos uma verdadeira abertura, uma conexão real com a humildade e um desapego ao nosso modelo identificado e conhecido (Ego), o aprendizado virá rápido…
Se ficarmos apegados, justificando e terceirizando as situações, a “fase” será longa! e será sofrida, escassa, cheia de percalços, de stress, de atritos.

A Vida não é punitiva… Ela é sábia! e a sua sabedoria quando confrontada, quando questionada, quando banalizada e desconsiderada, sempre nos leva ao caminho do “onde nada acontece”… o caminho do “não estou entendendo”… o caminho do “porque comigo”.

Nos vitimizarmos com a situação, justificando e colocando a culpa em nós ou nos outros é uma atitude muito comum quando estamos passando por estas “fases”… Óbvio que nada disso resolve… esta é uma atitude infantil, que revela a nossa identificação com o problema e não com a solução, nossa identificação com o Ego!

Então como sair desta “fase”?

Basicamente é muito simples… é só fazer o que precisa ser feito…. 🙂

E o que precisa ser feito?

Duas coisas simples:

Investir constante e continuamente em subjetividade (meditação, contemplação e resignificação) e trabalhar duro no seu dia a dia, no seu trabalho, nas suas relações, com presença e entusiasmo!

Se colocar em prática estas duas dicas, pode ter certeza que a “fase” desaparece como num passe de mágica… e os resultados se transformam da noite para o dia!

Porque isso acontece?

Porque este é o caminho para a conexão com o Sagrado!

Quando estamos conectados, as transformações são quânticas! Transcendem a linearidade da mente… transcendem a limitação do Ego.

Se os resultados não estão acontecendo da maneira que você gostaria… se tudo está muito complicado, muito difícil, muito árido… olhe com atenção para seu momento e responda com honestidade:

Você está fazendo o que tem que ser feito ou continua justificando, terceirizando e insistindo em fazer aquilo que você sempre fez e nunca lhe trouxe os resultados que você gostaria, condizentes com seu potencial ilimitado e infinito do Ser incrível e completo que você É?

Se tiver dificuldades para responder esta questão, de uma olhadinha com honestidade para seus resultados, eles lhe responderão!

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O silêncio tem sido fonte de muitas reflexões ao longo de todas as épocas. Ao mesmo tempo, saturamos os locais onde vivemos com tantos barulhos que é cada vez mais difícil encontrá-lo. Isto faz com que cada vez mais pessoas que passam pela experiência de não ouvir barulhos caiam em um abismo dentro delas mesmas.

Temos um barulho que atualmente está hiperestimulado. O mais grave é que quase todos esses estímulos auditivos que recebemos do exterior são mais ou menos alarmantes. Barulhos de carros, burburinho, músicas estridentes, apitos, sinais… enfim… nada que inspire tranquilidade.

“A areia do deserto é para o viajante cansado a mesma coisa que a conversa incessante para o amante do silêncio”.
-Provérbio persa-

Além disso incidir no nosso estado emocional, a ciência também comprovou que afeta o cérebro. Segundo uma pesquisa realizada na Alemanha pelo Research Center for Regenerative Therapies de Dresden, existem processos cerebrais que só podem ser realizados em silêncio.

Até pouco tempo atrás, pensava-se que os neurônios eram incapazes de se regenerar. Contudo, com o desenvolvimento da neurogênese ficou comprovado que isto é um erro. Ainda não está muito claro o que exatamente promove a regeneração neurológica e cerebral, mas já existem pistas valiosas a respeito, e uma delas é o silêncio.

Experimentando o silêncio

Os pesquisadores alemães fizeram, a princípio, uma experiência com um grupo de ratos. A pesquisa consistia em deixá-los em completo silêncio durante duas horas por dia. Ao mesmo tempo se faria uma observação dos seus cérebros para ver se isto criava alguma mudança.

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O resultado foi contundente. Após um tempo sendo submetidos a esta rotina, observou-se que em todos os ratos estudados houve um crescimento do número de células dentro do hipocampo. Esta é a região do cérebro que regula as emoções, a memória e o aprendizado.

Os especialistas também constataram que as novas células nervosas se incorporavam progressivamente ao sistema nervoso central, e que logo se especializavam em diferentes funções. Conclusão, o silêncio provocou uma mudança muito positiva no cérebro dos animais.

O silêncio ajuda a estruturar a informação

O cérebro nunca descansa, inclusive quando em estado de calma, ou quando estamos completamente quietos ou dormindo. Este maravilhoso órgão continua funcionando, mas de uma forma diferente. Quando o corpo descansa, começam a se desenvolver outros processos que completam os que são realizados quando estamos ativos.

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Basicamente o que acontece é que se produz uma espécie de depuração. O cérebro avalia a informação e as experiências às quais foi exposto durante o dia. Logo, organiza e incorpora a informação relevante e descarta o que não é importante.

Este processo é completamente inconsciente, mas provoca efeitos conscientes. Por isso às vezes encontramos respostas durante o sono, ou conseguimos ver as coisas a partir de um novo ponto de vista depois de termos descansado algumas horas.

O interessante de tudo isso é que um processo semelhante também acontece quando estamos em silêncio. A ausência de estímulos auditivos tem quase o mesmo efeito que o descanso. O silêncio, em geral, nos leva a pensar em nós mesmos, e isto depura as emoções e reafirma a identidade.

Os importantes efeitos sobre o estresse

O silêncio não apenas nos torna mais inteligentes, criativos e seguros, mas também tem efeitos muito positivos sobre os estados de angústia. Os seres humanos são muito sensíveis ao ruído, tanto que muitas vezes acordamos sobressaltados por um objeto que caiu ou por um som estranho.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Cornell descobriu que as crianças que vivem perto de aeroportos têm um elevado nível de estresse. E não é só isso; elas também têm uma pressão arterial mais elevada e apresentam altos índices de cortisol, o hormônio do estresse.

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Por sorte, também acontece o contrário. Isso foi evidenciado por uma pesquisa da Universidade de Pavia, onde se verificou que apenas dois minutos de silêncio absoluto são mais enriquecedores do que ouvir música relaxante. De fato, evidenciou-se que a pressão sanguínea diminuía e que as pessoas conseguiam se sentir mais alertas e tranquilas depois deste pequeno banho de silêncio.

Como se vê, o silêncio provoca grandes benefícios, tanto intelectuais quanto emocionais. Poderíamos afirmar que manter-se em silêncio, ao menos por pequenos lapsos ao dia, é um fator determinante para a saúde cerebral. E com isso, um elemento decisivo para melhorar o nosso estado emocional, saúde e qualidade de vida.

Unicidade

13 de março de 2017

unicidade
  1. substantivo feminino
    qualidade ou estado de ser único; singularidade.

    Todos nós que estamos no caminho do autoconhecimento (ou ainda melhor, no caminho do autodescobrimento), buscamos a integração absoluta com aquilo que acreditamos ser a Força máxima que rege o Universo…

    Em outras palavras queremos a Integração Total com Deus, com a Fonte, com o próprio Universo, com o Grande Espírito, com o Sagrado, com o Divino. A nomenclatura aqui é o que menos importa… Cada um busca, dentro do seu caminho, esta transcendência do nosso estado corriqueiro, para um estado de Entrega Total, onde poderemos ser Um com nosso Criador, ser Um com o Silêncio Absoluto, Um com o Om que vibra em todo Universo.

    Todo este processo parece ser válido, parece ser necessário para que possamos experimentar a verdadeira Felicidade, a verdadeira Paz, o Êxtase Supremo.

    Como este caminho parece ser longo já que muitos estão a anos nesta busca, podemos entender que cada pessoa está em um ponto variado deste mesmo caminho, trazendo consigo suas experiências, suas percepções e suas crenças.

    Então deixo aqui duas dicas para reflexão que podem, para alguns, ajudar a trazer mais clareza e compreensão sobre este caminhar.

    1) Para experimentarmos esta Unicidade, para transitarmos por ela e por fim, para incorporá-la em nossa Vida, é necessário limpar todos os conceitos e ideias que tenham em sua base a fragmentação, a separação, a dualidade. Não é possível Sermos Um com Deus, Ser Um com o Universo, se insistimos e acreditamos nas ideias separatistas, nas crenças fragmentadas, na visão dual onde a parte é uma realidade, estaremos continua e insistentemente indo contra aquilo que mais buscamos, que mais queremos!

    2) Não há nada a se buscar… Nós já Somos Um com o que entendemos ser de mais Sagrado na Vida… A sensação de separação só existe porque carregamos e validamos os conceitos citados acima. Estes conceitos somados a uma mente inquieta, cheia de ruídos, cheia de crenças, cheia de opiniões sobre tudo é que não permite percebemos Aquilo que já É, que sempre Foi e sempre Será: A Integração com a Fonte está acontecendo bem Aqui-Agora, sempre! Nossa mente, nossas crenças, nossa busca é que não nos permite encontrar e vivenciar esta Unicidade.Sim… A busca é parte integrante do equívoco que nos leva à Ilusão!

    Um

    Ao limparmos nossa mente de conceitos fragmentados e a aquietarmos, poderemos finalmente encontrar algo que sempre esteve acessível, que nunca esteve fora, que nunca esteve ausente. Encontramos a Unicidade onde ela sempre está… No momento presente! Simples assim…

    As pessoas acreditam que precisam de mil e uma coisas para se encontrar com Deus, com a Fonte, com o Sagrado… Que precisam de gurus para apontar o caminho, de mestres e sua sabedoria, de terapias com suas análises, de cursos e palestras que revelem segredos milenares, de livros que mostram o caminho místico, e por fim se encantam com artefatos ditos mágicos e de poder que lhe ajudariam a encontrar o caminho, ou a se manter nele, quando na mais pura e simples realidade, a única coisa que precisamos é Presença!

    Com Presença temos Tudo!
    Sem Presença temos apenas distrações…

    O quanto realmente queremos a Unicidade, a Integração, o Verdadeiro Encontro, e o quanto queremos apenas continuar carregando nossas crenças fragmentadas e nos distraindo com o ilusório caminho?

    Reflita e responda para você mesmo! 🙂

    Abstract Meditation Spiritualism Concept

“A distinção entre a Falsa Emoção versus a Verdadeira Emoção:
Se um comentário que nos fizeram há alguns dias ainda está nos aborrecendo, essa emoção é falsa. Uma emoção verdadeira é imediata em relação à situação; talvez alguém me agride ou vejo que uma pessoa está aflita. Por um instante fico contrariada e faço alguma coisa – e depois acaba!
As emoções são uma resposta a um acontecimento real; quando esse acontecimento não está mais se desenrolando , então as emoções assentam de novo. Essa é uma resposta natural a Vida. Não há nada de errado com a Verdadeira Emoção.
A maioria das pessoas vive à base de Emoções Falsas, porém. Carregam lembranças do passado ou preocupações quanto ao futuro e com isso criam transtornos para si mesmas.
Esse transtorno não tem relação com o que está acontecendo naquele momento. Estamos ruminando sobre o que aconteceu na semana passada e não conseguimos dormir.”

“Existem alicerces na nossa Vida, um lugar que nossa Vida se assenta. Esse lugar nada mais é do que nosso Momento Presente, quando vemos, ouvimos, vivenciamos o que É.Se não voltarmos para este lugar, viveremos nossas Vidas em função do que estiver em nossa cabeça.Culpamos os outros, queixamo-nos, sentimos pena de nós. Todos estes sintomas mostram que estamos atolados em nossos pensamentos. Estamos fora de contato com o espaço aberto que está exatamente aqui.”

” A coisa importante é aprender a nos abrir para o que for que a Vida nos traga, onde quer que estejamos.”joko

Prioridade

13 de outubro de 2016

“Prioridade não são as coisas que fazemos no nosso dia a dia…
Prioridade é aquilo que fazemos quando a Vida nos propõe mais de uma coisa, e nós nos mantemos naquilo que compreendermos ser o mais importante para nós, naquele momento!”

“Quando tudo é prioridade, nada é prioridade…”

“Prioridade é uma coisa, não duas ou três ou várias… Prioridades são o conjunto das coisas que precisamos fazer/investir para sermos realmente felizes, mas mesmo entre elas, uma sempre a de prevalecer, e isto precisa estar muito claro! A ordem das prioridades altera consideravelmente o resultado!”

“Prioridade não são as coisas que mais amamos ou gostamos, prioridade é onde devemos investir para poder usufruir com qualidade tudo aquilo que mais amamos e gostamos!”

Sem prioridade, a Vida fica confusa, e onde a confusão impera, não existe espaço para a abundância, para a plenitude e para a real felicidade!

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Década após década, vários cientistas têm considerado os fatores associados à consciência (percepção, sentimentos, emoções, atenção mental, intenção etc.) como parte fundamental da ciência – que não se pode compreender plenamente ciência, física, especialmente quântica, sem incluir o estudo da Consciência.

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“Eu considero a Consciência como fundamental. Eu considero a matéria como um produto derivado da Consciência. Não podemos ficar atrás da Consciência. Tudo o que falamos, tudo o que nós consideramos como existente, postula a consciência.” -Max Planck, físico teórico que originou a teoria quântica, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1918.

Além disso, décadas de pesquisa e experimentos dentro do reino da parapsicologia têm mostrado resultados bizarros, inexplicáveis, mas repetidamente observáveis indicando a grande importância da Consciência que nós não costumamos considerar, especialmente quando se trata de ciência.

É algo que é comumente esquecido, mas talvez nós devêssemos prestar mais atenção a isso. Como pensamos, o que pensamos, como percebemos, e no que acreditamos parece ter um grande impacto sobre o tipo de existência que criamos para nós mesmos como indivíduos e simultaneamente como raça, que influencia o tipo de experiência humana que se contextualiza. Isso torna ainda mais importante a pergunta: quem somos nós? Por que pensamos o que pensamos? Por que fazemos o que fazemos?

“Não foi possível formular as leis da física quântica de uma forma plenamente coerente sem referência à Consciência.” Eugene Wigner, físico teórico e matemático. Ele recebeu uma parte do Prêmio Nobel de Física em 1963.

Uma questão que tem confundido os cientistas quando se trata de matéria é : pode a consciência (intenção humana direta) alterar diretamente o mundo físico que vemos ao nosso redor? Pode a mente, literalmente, influenciar? Qual é a relação entre mente e matéria e o que isso significa sobre a verdadeira natureza da nossa realidade?

É um conceito que os cientistas e filósofos ao longo da história têm pensado. “O conceito de que a mente é primária sobre a matéria está profundamente enraizada em filosofias orientais e crenças antigas.” – (1) Dr. Dean Radin deixou uma grande citação “A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade”. Como observadores, estamos pessoalmente envolvido com a criação da nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o universo é uma construção “da Consciência”.

O físico pioneiro Sir James Jeans escreveu: “O fluxo de conhecimento está caminhando em direção a uma realidade não-mecânica; o universo começa a se parecer mais com um grande pensamento do que como uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos saudá-la, em vez como o criador e governador do reino da matéria. Superar isso e aceitar a conclusão é indiscutível.” O universo é imaterial-mental ‘”- RC Henry, Professor de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins,” O Universo Mental. “; Nature 436: 29,2005).

A citação acima está se referindo ao fato de que, na física, a verdade “inevitável” é que o ato de observação muda a natureza de um sistema físico e pode significar que a Consciência pode ter um efeito e/ou realizar algo de grande importância quando se trata do que chamamos ‘mundo físico’. Uma revelação potencial desta experiência é, mais uma vez, que “o observador cria a realidade.” A verdade é que existe material com mais de 90 anos de experiências e pesquisas disponíveis quando se trata de cientistas que examinaram a conexão Consciência-matéria.

Estamos em 2016, e a ciência agora, mais do que nunca está começando a aceitar estes conceitos e explorá-las de forma mais aberta. Ao longo da história, os nossos sistemas de crenças têm nos impedido de explorar novos conceitos, nos deixando aprisionados em modelos que em uma análise mais profunda, não consegue se justificar, ou ao menos serem coerentes!

Estas novas experiências têm produzido evidências convincentes e consistentes que a intenção mental está associada com o comportamento desses sistemas físicos.” (1) – Dean Radin. Estas experiências mostram cientistas capazes de observar repetidamente certos fenômenos em um ambiente de laboratório, mas que ainda não é possível percebermos no nosso dia a dia por estarem longe da compreensão humana. Mas é inegável que há algo acontecendo, independentemente de saber se podemos explicá-lo ou não, se podemos compreender ou não. A evidência é tão clara que “os céticos informados estão reconhecendo que algo interessante está acontecendo.” – Dr. Dean Radin.

A Consciência está sendo reconhecida como elemento central do Universo que experimentamos!

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