Década após década, vários cientistas têm considerado os fatores associados à consciência (percepção, sentimentos, emoções, atenção mental, intenção etc.) como parte fundamental da ciência – que não se pode compreender plenamente ciência, física, especialmente quântica, sem incluir o estudo da Consciência.

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“Eu considero a Consciência como fundamental. Eu considero a matéria como um produto derivado da Consciência. Não podemos ficar atrás da Consciência. Tudo o que falamos, tudo o que nós consideramos como existente, postula a consciência.” -Max Planck, físico teórico que originou a teoria quântica, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1918.

Além disso, décadas de pesquisa e experimentos dentro do reino da parapsicologia têm mostrado resultados bizarros, inexplicáveis, mas repetidamente observáveis indicando a grande importância da Consciência que nós não costumamos considerar, especialmente quando se trata de ciência.

É algo que é comumente esquecido, mas talvez nós devêssemos prestar mais atenção a isso. Como pensamos, o que pensamos, como percebemos, e no que acreditamos parece ter um grande impacto sobre o tipo de existência que criamos para nós mesmos como indivíduos e simultaneamente como raça, que influencia o tipo de experiência humana que se contextualiza. Isso torna ainda mais importante a pergunta: quem somos nós? Por que pensamos o que pensamos? Por que fazemos o que fazemos?

“Não foi possível formular as leis da física quântica de uma forma plenamente coerente sem referência à Consciência.” Eugene Wigner, físico teórico e matemático. Ele recebeu uma parte do Prêmio Nobel de Física em 1963.

Uma questão que tem confundido os cientistas quando se trata de matéria é : pode a consciência (intenção humana direta) alterar diretamente o mundo físico que vemos ao nosso redor? Pode a mente, literalmente, influenciar? Qual é a relação entre mente e matéria e o que isso significa sobre a verdadeira natureza da nossa realidade?

É um conceito que os cientistas e filósofos ao longo da história têm pensado. “O conceito de que a mente é primária sobre a matéria está profundamente enraizada em filosofias orientais e crenças antigas.” – (1) Dr. Dean Radin deixou uma grande citação “A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade”. Como observadores, estamos pessoalmente envolvido com a criação da nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o universo é uma construção “da Consciência”.

O físico pioneiro Sir James Jeans escreveu: “O fluxo de conhecimento está caminhando em direção a uma realidade não-mecânica; o universo começa a se parecer mais com um grande pensamento do que como uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos saudá-la, em vez como o criador e governador do reino da matéria. Superar isso e aceitar a conclusão é indiscutível.” O universo é imaterial-mental ‘”- RC Henry, Professor de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins,” O Universo Mental. “; Nature 436: 29,2005).

A citação acima está se referindo ao fato de que, na física, a verdade “inevitável” é que o ato de observação muda a natureza de um sistema físico e pode significar que a Consciência pode ter um efeito e/ou realizar algo de grande importância quando se trata do que chamamos ‘mundo físico’. Uma revelação potencial desta experiência é, mais uma vez, que “o observador cria a realidade.” A verdade é que existe material com mais de 90 anos de experiências e pesquisas disponíveis quando se trata de cientistas que examinaram a conexão Consciência-matéria.

Estamos em 2016, e a ciência agora, mais do que nunca está começando a aceitar estes conceitos e explorá-las de forma mais aberta. Ao longo da história, os nossos sistemas de crenças têm nos impedido de explorar novos conceitos, nos deixando aprisionados em modelos que em uma análise mais profunda, não consegue se justificar, ou ao menos serem coerentes!

Estas novas experiências têm produzido evidências convincentes e consistentes que a intenção mental está associada com o comportamento desses sistemas físicos.” (1) – Dean Radin. Estas experiências mostram cientistas capazes de observar repetidamente certos fenômenos em um ambiente de laboratório, mas que ainda não é possível percebermos no nosso dia a dia por estarem longe da compreensão humana. Mas é inegável que há algo acontecendo, independentemente de saber se podemos explicá-lo ou não, se podemos compreender ou não. A evidência é tão clara que “os céticos informados estão reconhecendo que algo interessante está acontecendo.” – Dr. Dean Radin.

A Consciência está sendo reconhecida como elemento central do Universo que experimentamos!

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Mente Serena

9 de junho de 2016

Onde começam os nossos problemas, os nossos atritos, as nossas dificuldades, o nosso sofrimento?

Poderíamos pinçar vários viés, mas vamos iniciar esta reflexão, por uma das maiores armadilhas que nossa mente lógica ( e identificada) já criou: A Terceirização!

Como poderíamos definir esta terceirização?

Umas das formas seria: “Processo onde tudo aquilo que acontece comigo, que não vai de encontro ao que eu quero, ou como eu gostaria que fosse, é de responsabilidade e culpa de terceiros (outros)”

Desta forma vamos vivendo, agindo e reagindo as situações sempre da mesma forma, desejando fortemente que os outros sejam diferentes, ajam diferentes, para que nossos resultados possam ser aqueles que nós almejamos!

Como isso nunca acontece (e nunca acontecerá), por mais inusitado, ilógico e surreal que possa parecer, continuamos terceirizando, criando expectativas nos outros, culpando-os pelos nossos fracassos, insucessos e frustrações!

A identificação é tamanha, que olhar com honestidade para o que está acontecendo não é uma possibilidade! Estamos presos na armadilha da mente lógica, da identificação, do Ego.

Neste cenário, existem apenas dois caminhos:

O primeiro vem pela mente lógica, que vai buscar dentro da sua limitada visão, analisar e justificar tudo (sempre quem justifica é o Ego), aplicando mais do mesmo na tentativa de solucionar os problemas. O foco passa a ser sempre na quantidade (nunca na qualidade) daquilo que estamos fazendo. Queremos mais, fazemos mais, corremos mais e mais (em círculos infelizmente)!

Se nada disso der certo (e não dará), a mente dicotômica vai para o outro extremo e já que quis muito, fez muito e correu muito e não adiantou nada, agora ela não quer mais nada, não fará mais nada, não correrá mais atrás de nada! Ficará contrariada, isolada e separada… Não brincará mais!

E nem de um jeito, nem do outro, se conseguirá mudar o que é preciso ser mudado!

O segundo vem da mente expandida, da mente serena, da mente que transcende a lógica e compreende que não é nos extremos que temos que colocar nossa atenção, assim como não é nos outros…

A mente consciente coloca a atenção em si mesma, no momento presente. Coloca uma lupa em nossas atitudes, em nossos pensamentos, em nossos desejos. Nos mostra as incoerências entre aquilo que falamos e aquilo que efetivamente estamos realizando, entre aquilo que queremos e aquilo que necessitamos.

Somente com este olhar desidentificado, humilde, honesto e maduro é que se consegue mudar o que precisa ser mudado!

Não precisamos de grandes conquistas, de grandes riquezas, de grandes feitos…

Precisamos apenas de uma mente serena e de um coração pulsante! Com isso temos tudo o que realmente importa; e o que eventualmente não tivermos, não nos fará falta, pois a mente tranquila é plena em Sabedoria, em Amor, em Paz!!!

Boa reflexão a todos!

meditação

Cecília Meireles

7 de junho de 2016

06_cecilia_meireles“Não vou deixar a porta entreaberta.Vou escancará-la ou fechá-la de vez. Porque pelos vãos,brechas e fendas…passam semiventos,meias verdades e muita insensatez.”

A porta entreaberta, a dúvida, a incerteza, a insegurança…
O estar não estando…
A ausência de presença!
O divagar da ilusão…
A Vida acontecendo, sem ser vivida, sentida ou compreendida…
A porta escancarada, ou definitivamente fechada…
Uma certeza, um novo ciclo se abrindo, com toda a sua intensidade…
Um ciclo se fechando e deixando certo que o que passou, passou e deixou suas lições!
A Verdade que se encontra onde menos esperamos, quando menos procuramos, ao estarmos atentos…

Grupo Nossa Casa

O Doador de Memórias

15 de fevereiro de 2016

Além de uma boa história e imagens lindas de momentos incríveis da humanidade, o que vale a reflexão neste filme é a questão de como lidamos com a ilusão da dualidade.

A grande maioria das pessoas, tende a querer se proteger da dor, de sentimentos que classificamos como negativos, do medo e de tudo o que pode nos fazer “mal”…

A mente acredita que isso é possível, pois ela pensa (e muito…rs) que pode controlar as situações. Esta ideia de controle, em nome da nossa “defesa”, nos fecha em nós mesmos, cria muros e abismos para que a dor, o sofrimento e afins não nos alcance…

O que a mente não percebe, porque é linear e limitada, é que estes mesmos muros e abismos, nos separam também de todas as outras emoções e sentimentos… Nos afasta da Alegria, do Amor, da possibilidade de experimentarmos o novo…

Citando uma passagem do filme: Só a possibilidade de sentir o Amor, já valeria tudo”

Recomendadíssimo!!!

 

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Linhas e caminhos…

29 de janeiro de 2016

Para aqueles que estão na busca de respostas, do autoconhecimento, ou como gosto de dizer, em busca do autodescobrimento, existem infinitas formas de se trabalhar para chegarmos a resultados dos mais diversos, alguns sendo muito interessantes, ricos e muitas vezes transformadores.
Os caminhos são muitos, mas podemos reduzir, em um primeiro momento, em 04 linhas básicas, que se dividem em: religiosas, terapêuticas, filosóficas e experimentais.
Dentro deste Universo de possibilidades, inúmeras na verdade (impossível de citar ou até mesmo conhecer a todas), vale ressaltar que independente da forma com a qual estas linhas são conduzidas, a sua base, o seu enfoque fica restrito a apenas 02 possibilidades.
Explico;
Ou o enfoque será trabalhar o seu Ego, a sua Personagem, as suas relações com você mesmo e com o Mundo, a sua história… E você certamente vai encontrar um leque de opções que reverberarão positivamente (umas mais, outras menos) no seu dia a dia, lhe fazendo uma pessoa melhor em vários sentidos…
Ou o enfoque será trabalhar a transcendência do seu Ego, da sua Personagem, da sua historinha que você acredita ser… Nesta proposta, a ideia não é arrumar a casa… A ideia é destruir a casa e construir uma nova…
As diferenças são claras… Enquanto uma busca melhorar o modelo, a outra busca desconstruir o modelo para construir um modelo novo.
Qual o melhor?
Isso vai depender do objetivo de cada um, o quanto a pessoa esta realmente satisfeita com os seus resultados e também do momento que cada um estiver vivendo…
Tudo são processos e como tal, servem de aprendizado para novos desafios…
Mas importante perceber a diferença entre estas linhas, para não colocarmos tudo em um mesmo patamar… Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!🙂
Colocar tudo dentro de um mesmo nível, é desconsiderar a essência de onde cada uma se propõe a trabalhar, e com isso, o equívoco certamente se apresenta!
Saber discernir entre uma coisa e outra é fundamental para podermos entender melhor onde estamos, o que queremos e para onde vamos!

A Experiência Psicodélica

10 de dezembro de 2015

Excelente vídeo que te convida a uma experiência real!

Se estiver interessado, fique tranquilo porque você vai encontrar!🙂

Mais um excelente vídeo, com muito conteúdo e bastante material para reflexão!

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